Otorrino em Salvador

Adenoamigdalectomia

Seu filho ou você ronca, respira pela boca ou sofre com infecções de garganta frequentes? A adenoamigdalectomia é um procedimento seguro e definitivo para devolver o sono reparador, tratar a apneia e garantir o seu desenvolvimento saudável ou da criança.

Quando a Adenoamigdalectomia é indicada?

O crescimento excessivo da adenoide (“carne no nariz”) e das amígdalas afeta diretamente a respiração, a audição e o desenvolvimento da fala. Fique atento aos principais sintomas:

  • Obstrução nasal unilateral: Nariz persistentemente entupido de um único lado, que não melhora com sprays ou remédios.
  • Sangramentos nasais frequentes (Epistaxe): Perda de sangue pelo nariz sem motivo aparente ou após assoar.
  • Dores de cabeça ou pressão facial crônica: Desconforto concentrado ao redor dos olhos, testa ou bochechas.
  • Diminuição do olfato: Perda progressiva da capacidade de sentir cheiros e sabores..
  • Sintomas oculares ou inchaço: Sensação de peso nos olhos, lacrimejamento ou abaulamentos visíveis na face.

Como é realizada a cirurgia?

Sabemos que a palavra “cirurgia” gera ansiedade. Por isso, o Dr. Samuel Cardoso conduz todo o processo com máxima segurança, acolhimento e técnicas modernas.

São 3 passos simples:

  1. Anestesia Segura: O procedimento é realizado em ambiente hospitalar sob anestesia geral, garantindo que o paciente (seja criança ou adulto) não sinta absolutamente nada.
  2. Técnica Precisa: A remoção é feita inteiramente por dentro da boca, sem qualquer tipo de corte ou cicatriz externa no rosto ou pescoço.
  3. Recuperação Programada: A cirurgia dura cerca de 1 hora. Geralmente, o paciente recebe alta no mesmo dia e o pós-operatório é focado no controle do desconforto com medicações e dieta pastosa/fria nas primeiras semanas.

Perguntas Frequentes

Não. O organismo possui diversos outros mecanismos de defesa na região da boca e da faringe que suprem completamente a ausência das amígdalas.

Não existe uma idade rígida. A indicação cirúrgica depende estritamente da gravidade dos sintomas e do impacto na qualidade de vida e crescimento da criança.

Em casos raros, quando operada em crianças muito novas (abaixo de 2 anos), pode ocorrer uma discreta regeneração do tecido linfático, mas isso é uma exceção com as técnicas cirúrgicas atuais.