Otorrino em Salvador
Redução de Cornetos
Dependente de descongestionantes nasais ou com o nariz constantemente bloqueado? A cirurgia de redução dos cornetos alivia a obstrução crônica de forma rápida e minimamente invasiva, libertando você do vício em sprays e devolvendo um sono de qualidade.
Quando a cirurgia de cornetos é indicada?
Os cornetos nasais (popularmente chamados de “carnes esponjosas”) têm a função de aquecer e umidificar o ar. Porém, devido a alergias ou inflamações crônicas, eles podem inchar permanentemente, bloqueando a respiração. O procedimento é necessário quando você apresenta:
- Nariz entupido constante: Obstrução severa que muitas vezes alterna entre os dois lados do nariz, piorando significativamente ao deitar.
- Vício em descongestionantes: Necessidade diária de usar sprays nasais (como nafazolina) para conseguir respirar e trabalhar.
- Respiração bucal noturna: Acordar frequentemente com a boca e a garganta extremamente secas por não conseguir respirar pelo nariz durante o sono.


Como é realizada a cirurgia?
A ideia de operar o nariz pode gerar dúvidas, mas a redução de cornetos (turbinectomia ou turbinoplastia) é um procedimento moderno, seguro e de recuperação previsível.
Os 3 pilares do procedimento:
- Sem alteração estética: A cirurgia é totalmente endonasal (realizada por dentro das narinas com auxílio de vídeo). O formato externo e a estética do seu nariz não sofrem absolutamente nenhuma mudança.
- Redução Precisa: Utilizando equipamentos de ponta, o Dr. Samuel reduz o volume excessivo do tecido, preservando a mucosa saudável que é necessária para continuar filtrando e aquecendo o ar.
- Pós-operatório sem tampões dolorosos: As técnicas cirúrgicas atuais e delicadas evitam o uso dos temidos tampões nasais no pós-operatório na grande maioria dos casos, proporcionando uma recuperação muito mais tranquila.
Perguntas Frequentes
Sim, e isso é extremamente comum. Na verdade, a grande maioria dos pacientes que operam o desvio de septo (septoplastia) também realizam a redução dos cornetos no mesmo ato cirúrgico para garantir uma via aérea totalmente livre e ampla.
Sim. Ao corrigir a obstrução mecânica e devolver o espaço natural para a passagem do ar, o paciente deixa de ter a necessidade física de aplicar descongestionantes tópicos, quebrando definitivamente o ciclo de dependência que faz mal ao coração e à mucosa nasal.
A cirurgia remove de forma definitiva uma parte da estrutura óssea e do tecido excessivo. No entanto, se o paciente for severamente alérgico e abandonar o tratamento clínico da rinite no pós-operatório a longo prazo, a mucosa residual pode voltar a inchar. O acompanhamento contínuo garante resultados duradouros.
